quarta-feira, 2 de outubro de 2024

02 on releituras de poemas de horror


 

que terrível local! por toda a trilha, um denso matagal se contorcia; dos chorões encharcados, poucos galhos pendiam, em desespero, suicidas; "é a qualidade em vez de quantidade que importa." porém, o rio, que tanto os ofendera, corria livremente, sem parar. enquanto atravessava o rio...meu deus! que medo de pisar sobre um cadáver, a cada passo, ou de que a lança, usada como sonda, fisgasse alguém p’la barba! "trabalhe duro para pensar nas dificuldades, tempos difíceis podem ser suavizados e cargas pesadas se tornam mais leves para aqueles que aplicam a pressão certa." talvez tenha espetado um animal, mas, oh! parecia o grito de um infante. "porque o amor ao agito não é diligência – é apenas a inquietação de uma mente assombrada." que alívio foi chegar à outra margem. o local seria melhor. ilusão! que inimigos, que luta foi travada, para devastar todo aquele solo? sapos presos em tanque envenenado? linces loucos, brigando numa jaula?

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