“O d...eu...s nos aparece
como algo autônomo e unitário, distintamente demarcado de tudo o mais. (...)
pelo contrário, o d...eu...s seja continuado para dentro, sem qualquer
delimitação nítida, por uma entidade mental inconsciente que designamos como prazer,
à qual o d...eu...s serve como uma espécie de fachada (...). ” É essa cultura
patriarcal que impede o progresso dos Direitos Humanos no Irã. Temos que mudar
esse sistema dominado pelos homens, mentalidade e cultura tribal para uma
humanitária. Em 2006, a escrava uniu forças com vários de seus colegas
advogados que criou uma campanha destinada especificamente a expandir direitos
e proteção para as mulheres no Irã. O Irã tem muito potencial para mudanças. Temos
um movimento estudantil muito bom, um grande movimento feminista. O povo do Irã
está resistindo ao seu governo. E tenho certeza que eles serão capazes para
reformar o governo ao longo do tempo. Está na hora! Vamos. Onde está o seguro?
Venha com ela. Não posso, quem divide os bens. Preciso levar estrela brilhante!
Por favor...É uma ordem! Estrela brilhante pode vir com as mulheres. Vou
pegá-la.

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