não ouvia bem? barulho não faltava! parecia sino. em meus ouvidos nomes dos companheiros que me precederam: fulano era tão forte, outro tão bravo, beltrano iluminado; e todos eles perdidos! cada toque valia anos. "a razão de o sábio ser grande reside na grande alma que possui." lá estavam, enfileirados na encosta, reunidos a ver meu fim, moldura viva de mais um quadro! em um lençol de fogo eu os vi e os reconheci. no entanto, intrépido, com o trompete aos lábios, toquei. criança de renome na torre sombria. "trate seus inferiores como desejaria ser tratado por seus superiores." soprai meus pensamentos no universo, qual folhas murchas que fazem nascer! e, pela encantação deste poema, espalhai, como as cinzas e as fagulhas da lareira acesa, minhas palavras mundo afora! que soprem os meus lábios o trompete da profecia! ó, vento, sendo ora inverno, tarda a primavera? "uma vez que se começa a discutir a questão amplamente, pode-se chamar de feliz aquele que, graças à razão, não deseja nem teme."
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