Cães em chamas, estrondos assustadores de animais que não se
acostumam ao terror. Não admira que, sob a pressão dessas possibilidades de
sofrimento, as pessoas tendam a moderar sua pretensão à felicidade [...]. Mesmo
as da minha família hoje são radicais. Elas me expulsaram porque não vou mais à
mesquita. Estou perdido. Os talibãs estão nos destruindo. Eu vou partir. Nossa
investigação da felicidade até agora não nos ensinou muita coisa que não fosse
do conhecimento geral. Temos de familiarizar os jovens com as realidades do
mundo, mesmo que essas realidades não sejam bonitas. Devemos dizer-lhes o que
significa a guerra e até onde no futuro os danos da guerra nos afetarão. E
mesmo que continuemos a perguntar por que é tão difícil para as pessoas serem
felizes, a perspectiva de aprender algo novo não parece muito melhor...em ficar
feliz com os infiltrados.

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