saída ziquizira: Isso é meu! ( X ) Isso me pertence!
Sim... Era Amor a resposta.
Mas agora que eu sei.
O poder me é dado.
Sim... Vida justa, vida bela.
Não fosse eu tão injusto.
Injusta seria ela.
Não... é, pois, uma água que não existe nunca, ou apenas em
nossos laboratórios.
Água morta e mortificante (sem cheiro nem gosto!), e
mortífera, se só bebêssemos dela.
No entanto, só pura em seu nível.
Os átomos de hidrogênio poderiam protestar contra essa
mistura que lhes é imposta, essa impureza do oxigênio…
E por que não o núcleo, em cada um deles, contra a impureza
do elétron?
Só o nada é puro; ora, o nada não é nada: o ser é uma mancha
no infinito do vazio, e toda existência é impura.
Sim... é ele! O desgraçado que joguei no mar.
Vi quando o matou.
Olhe... te digo uma coisa.
Isso é assunto seu... não vou dar mole com um alvo no peito.
Vou apagar esse canalha!
Não o deterá com armas nem punhais.
Ele não sente dor.
Sua alma já transcendeu.
E como deter um homem morto?
Pode olhar o destino nos olhos sem vacilar?
Diga você.
O corvo é a força dele... seu elo entre este mundo e o
outro.
Elimine esse elo, e ele ficará vulnerável como qualquer
homem.
Não... Mas se é da dor que eu fujo.
Então é seu peso que me espera.

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