sábado, 21 de setembro de 2024

Getting Up - rádio mídia favela...31


 

saída ziquizira: Isso é meu! ( X ) Isso me pertence!

Sim... Era Amor a resposta.

Mas agora que eu sei.

O poder me é dado.

Sim... Vida justa, vida bela.

Não fosse eu tão injusto.

Injusta seria ela.

Não... é, pois, uma água que não existe nunca, ou apenas em nossos laboratórios.

Água morta e mortificante (sem cheiro nem gosto!), e mortífera, se só bebêssemos dela.

No entanto, só pura em seu nível.

Os átomos de hidrogênio poderiam protestar contra essa mistura que lhes é imposta, essa impureza do oxigênio…

E por que não o núcleo, em cada um deles, contra a impureza do elétron?

Só o nada é puro; ora, o nada não é nada: o ser é uma mancha no infinito do vazio, e toda existência é impura.

Sim... é ele! O desgraçado que joguei no mar.

Vi quando o matou.

Olhe... te digo uma coisa.

Isso é assunto seu... não vou dar mole com um alvo no peito.

Vou apagar esse canalha!

Não o deterá com armas nem punhais.

Ele não sente dor.

Sua alma já transcendeu.

E como deter um homem morto?

Pode olhar o destino nos olhos sem vacilar?

Diga você.

O corvo é a força dele... seu elo entre este mundo e o outro.

Elimine esse elo, e ele ficará vulnerável como qualquer homem.

Não... Mas se é da dor que eu fujo.

Então é seu peso que me espera.

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